
Em 2004, Pannunzio foi o sexto deputado a fazer o maior número de pronunciamentos em plenário, conforme levantamento publicado à época pelo jornal carioca O Globo (09.03.2004)
Por duas vezes consecutivas (2001 e 2002), Pannunzio figurou na relação dos deputados "mais atuantes" segundo levantamento do jornal Folha de S. Paulo e, em 2005, esteve entre os oito parlamentares tucanos "em ascensão" no Congresso, de acordo com o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).
Em 2007, foi classificado como o sétimo "mais influente" do Congresso (513 deputados e 81 senadores) pelo Diap (revista "Cabeças do Congresso").
Ainda naquele ano, foi considerado o terceiro parlamentar paulista mais assíduo e mais atuante na Câmara durante o primeiro semestre, segundo a avaliação da Associação Paulista dos Jornais (APJ).
Em abril de 2007, Pannunzio era reconhecido como o terceiro deputado federal mais influente da Câmara (Revista Veja), vindo atrás apenas do atual e ex-presidente da Mesa Diretora, respectivamente Arlindo Chinaglia e Aldo Rebelo.
No final de 2007, recebeu o Prêmio Congresso em Foco, por figurar entre os 25 deputados que melhor representam o mandato, segundo o site de política www.congressoemfoco.com.br.
Pannunzio também despontou como o deputado tucano que mais recebe ligações do 0800 da Câmara e o terceiro entre os 513 deputados federais, conforme publicado em vários jornais em julho de 2008.
Em outubro de 2008, mais uma vez Pannunzio figurou entre os "Cabeças do Congresso" segundo o Diap que o classificou como "articulador e negociador qualificado, destacando-se como debatedor". O Diap define como "articulador" os parlamentares "com excelente trânsito nas diversas correntes políticas"; como "negociador", "aqueles parlamentares que, investidos de autoridade para firmar e honrar compromissos, sentam-se à mesa de negociação respaldados para tomar decisões" e, como "debatedores", os que exercem real influência nos debates e na definição da agenda prioritária".
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